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Eleições 2026

Como Araçatuba vota, apurado em tempo real. Resultados oficiais do TSE, perfis dos candidatos e o que você precisa saber para votar.

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Apuração começa após o encerramento da votação

Portal Nossa Cidade e mais 17 portais que integram o MPJ vão fazer a cobertura da apuração de forma simultânea com o TSE.

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Apuração em tempo real

Dados do TSE, atualizados automaticamente conforme as urnas são apuradas. Alterne entre o resultado do país, do estado e das 5 cidades da nossa cobertura.

Apuração concluída Fonte: TSE · 1º turno Atualizado às — —
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— das urnas apuradas · — de — urnas em Araçatuba

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Notícias

Tudo o que publicamos sobre as eleições, em ordem cronológica: reportagem, vídeo, foto, nota e post — cada formato com sua marca no trilho.

Notícia 14/10 · 11:16

Três cidades de SP terão nova eleição para prefeito no segundo turno presidencial

Macedônia, Martinópolis e Narandiba voltarão às urnas em 25 de outubro após cassações dos eleitos em 2024; mais de 26 mil eleitores estão aptos a escolher novos prefeitos e vice-prefeitos

Nas três cidades, primeiro os eleitores vão votar para presidente e, em seguida, para prefeito. Crédito: Ilustração TRE-SP

Eleitores de três municípios do interior paulista terão uma responsabilidade adicional no próximo dia 25 de outubro, quando será realizado o segundo turno das Eleições 2026. Além de escolher o presidente da República, moradores de Macedônia, Martinópolis e Narandiba votarão novamente para prefeito e vice-prefeito.

As eleições suplementares foram convocadas pela Justiça Eleitoral após a cassação dos mandatos dos prefeitos e vice-prefeitos eleitos em 2024 nos três municípios, em processos relacionados a irregularidades eleitorais.

Ao todo, 26.662 eleitores estão aptos a participar das eleições suplementares. A votação ocorrerá das 8h às 17h, no mesmo horário do segundo turno presidencial.

Nessas cidades, o eleitor deverá fazer duas escolhas na urna eletrônica: primeiro para presidente da República e, em seguida, para prefeito municipal.

Os candidatos eleitos assumirão as administrações municipais para cumprir o restante do mandato, até 31 de dezembro de 2028.

Macedônia fica na região de Fernandópolis

Entre os municípios que terão nova eleição está Macedônia, na região de Fernandópolis, no noroeste paulista.

O município possui 4.118 eleitores aptos a votar, distribuídos em 11 seções eleitorais, instaladas em um único local de votação.

A organização do pleito é de responsabilidade da 302ª Zona Eleitoral, sediada em Fernandópolis.

A eleição suplementar foi determinada após a cassação dos mandatos do prefeito Reginaldo Eloy Marcomini dos Reis (PSD) e da vice-prefeita Vanja Cristina Andrade Sabino dos Reis (PL), eleitos em 2024.

O caso envolve uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) apresentada pela coligação Compromisso com o Futuro, formada por PP, MDB e União Brasil.

A ação questionou a concessão de gratificações a servidores municipais em valores que, segundo a acusação, ultrapassavam a recomposição salarial.

O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) manteve a cassação dos mandatos por abuso de poder político e econômico e a sanção de inelegibilidade aplicada à vice-prefeita.

Os recursos apresentados pelos envolvidos não foram admitidos pelo TRE-SP, e um agravo em recurso especial está em análise no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Dois candidatos disputam a Prefeitura de Macedônia

A eleição suplementar terá duas chapas:

Adilson Luiz Helena (União Brasil), da Federação União Progressistas, com Carlos André Rocha da Trindade (Progressistas) como candidato a vice-prefeito.

Edvaldo Fechio (PSD), da coligação Macedônia no Caminho Certo, com Pedro Antônio Aguiar Gasques (PSD) como candidato a vice-prefeito.

Martinópolis terá três candidatos a prefeito

Em Martinópolis, na região de Presidente Prudente, 18.082 eleitores poderão participar da eleição suplementar.

A votação ocorrerá em 13 locais, com 61 seções eleitorais, sob responsabilidade da 71ª Zona Eleitoral, sediada no próprio município.

A nova eleição foi convocada após a cassação dos mandatos do prefeito Valdeci Soares dos Santos Filho (Republicanos) e do vice-prefeito Marcos Rogério Matarazo (Podemos).

Os dois haviam sido eleitos em 2024.

A ação apresentada pelo União Brasil apontou supostas irregularidades relacionadas à reestruturação de cargos na administração municipal e à disponibilização de transporte gratuito para eleitores na semana anterior ao pleito.

Em decisão unânime, o TRE-SP reformou a sentença da primeira instância e cassou os mandatos por abuso de poder político e econômico.

O Tribunal também aplicou a sanção de inelegibilidade ao prefeito, mas afastou essa penalidade em relação ao vice.

Os recursos apresentados não foram admitidos pelo TRE-SP, e o processo está em análise no TSE.

Confira os candidatos em Martinópolis

Três chapas disputam a eleição suplementar:

Gabriel Valões Santos (MDB), da coligação Trabalho e Seriedade por Martinópolis, com Thais Medeiros Souza (Podemos) como candidata a vice-prefeita.

Humberto Emmanuel Schmidt Oliveira (União Brasil), da coligação União para Fazer a Diferença, com Fernanda Xavier Passos Crepaldi (União Brasil) como candidata a vice-prefeita.

Marcos Xavier de Almeida Passos Junior (PSDB), da coligação Juventude que Idealiza, Experiência que Faz!, com Maurina de Souza Cordeiro (PSD) como candidata a vice-prefeita.

Narandiba terá nova eleição após cassação por compra de votos

O terceiro município paulista com eleição suplementar é Narandiba, também na região de Presidente Prudente.

A cidade possui 4.462 eleitores aptos a votar, distribuídos em 13 seções eleitorais, instaladas em três locais de votação.

O processo eleitoral está sob responsabilidade da 261ª Zona Eleitoral, de Pirapozinho.

A nova disputa ocorre após a cassação dos mandatos do prefeito Danillo Carvalho dos Santos (Republicanos) e da vice-prefeita Joana Rita Ribas Branco (MDB), eleitos em 2024.

A ação foi apresentada pela coligação Narandiba para Todos, formada por PDT, PRD e PSB, e por Luiz Carlos Porto Martins (PSB).

Segundo a acusação, houve captação ilícita de votos mediante pagamentos via Pix e doações de materiais de construção.

O TRE-SP manteve, por unanimidade, a decisão da primeira instância que cassou os mandatos e aplicou multa aos envolvidos.

O recurso especial não foi admitido pelo Tribunal paulista, e o agravo apresentado aguarda julgamento no TSE.

Duas chapas disputam a Prefeitura de Narandiba

Os candidatos são:

Cláudio José Damacena (União Brasil), da coligação Para Narandiba Voltar a Sorrir, com Elder Magro (PSD) como candidato a vice-prefeito.

Pedro de Barros (PRD), da coligação Construindo um Novo Tempo, com Luiz Carlos Porto Martins (PSB) como candidato a vice-prefeito.

Mais de 26 mil eleitores voltarão às urnas

Confira a distribuição do eleitorado nos três municípios:

MunicípioEleitores aptosLocais de votaçãoSeções
Macedônia4.118111
Martinópolis18.0821361
Narandiba4.462313
Total26.6621785

Os calendários das eleições suplementares foram aprovados pelo TRE-SP por meio das resoluções nº 691/2026, 692/2026 e 693/2026.

Como será a votação no dia 25 de outubro?

Nos três municípios, a votação será realizada das 8h às 17h.

O eleitor deverá votar na seguinte ordem:

Presidente da República.

Prefeito municipal.

Para votar, será necessário apresentar documento oficial com fotografia ou o aplicativo e-Título, desde que exiba a foto do eleitor.

São aceitos documentos como RG, CNH, passaporte, carteira de trabalho e outros documentos oficiais com foto, inclusive nas versões digitais admitidas pela Justiça Eleitoral.

O uso de celulares, câmeras, filmadoras e outros equipamentos capazes de registrar imagens é proibido na cabine de votação. Os aparelhos deverão ser deixados no local indicado pelos mesários.

O voto é obrigatório para eleitores alfabetizados de 18 a 69 anos e facultativo para jovens de 16 e 17 anos, pessoas com 70 anos ou mais e analfabetos.

Quem não votou no primeiro turno pode votar no segundo?

Sim. O eleitor que deixou de votar no primeiro turno, em 4 de outubro, poderá comparecer normalmente às urnas no dia 25, desde que esteja com a situação eleitoral regular.

A ausência em um turno não impede automaticamente a participação no outro, pois cada votação é considerada uma eleição independente para fins de justificativa.

Quem estiver fora do domicílio eleitoral poderá justificar a ausência pelo aplicativo e-Título durante o horário de votação.

Também será possível apresentar a justificativa posteriormente, dentro do prazo estabelecido pela Justiça Eleitoral.

Novos prefeitos terão mandato até 2028

As eleições suplementares permitirão que Macedônia, Martinópolis e Narandiba escolham novos representantes para concluir o mandato municipal iniciado em 2025.

Os prefeitos e vice-prefeitos eleitos exercerão suas funções até 31 de dezembro de 2028, quando termina o atual ciclo das administrações municipais.

As eleições foram convocadas em decorrência de decisões judiciais eleitorais, enquanto os recursos mencionados nos respectivos processos seguem em tramitação no Tribunal Superior Eleitoral.

Notícia 12/10 · 09:24

A HISTÓRIA NÃO SE REPETE; SEUS ALERTAS SIM

A HISTÓRIA NÃO SE REPETE; SEUS ALERTAS SIM

A história não se repete como uma cópia, mas reproduz sinais reconhecíveis: a fabricação de inimigos, promessas de soluções fáceis, desprezo pelas instituições e a apresentação de direitos e limites democráticos como obstáculos. Quando esses sinais reaparecem, a pergunta não deve ser apenas por que o eleitor os aceita, mas por que políticos, partidos e cidadãos preferem tratá-los como inofensivos.

A ascensão do nazismo permanece como advertência extrema sobre o que ocorre quando o autoritarismo se normaliza, a desumanização vira discurso político e a violência é apresentada como resposta legítima. Isso não significa classificar toda força de extrema direita como nazista: comparações históricas exigem rigor. Significa reconhecer que movimentos autoritários podem crescer dentro de democracias e usar eleições, parlamentos e liberdades para enfraquecê-las por dentro.

O extremismo raramente se apresenta com seu nome mais assustador. Costuma aparecer como ordem, segurança, patriotismo ou rebeldia contra uma elite desacreditada. Em cenários de insegurança econômica, desigualdade e frustração com governos e partidos, líderes radicais oferecem culpados identificáveis e respostas simples para problemas complexos.

Nesse quadro, Donald Trump, principal articulador da extrema direita nos Estados Unidos e Nayib Bukele, Presidente de El Salvador, com seus estilos nacionalismo, populismo, confronto com instituições e ataques a adversários influenciaram significativamente políticos como Jair Bolsonaro e outros líderes da direita radical no continente. A influência, porém, não deve ser confundida com origem: os movimentos latino-americanos também decorrem de crises, disputas e histórias próprias.

Diferentemente de Bukele, Trump enfrenta hoje forte rejeição em seu país. Uma pesquisa Reuters/Ipsos divulgada em 5 de outubro de 2026 registrou 65% de desaprovação e 32% de aprovação. O dado revela desgaste, mas não permite decretar o fracasso da extrema direita nos Estados Unidos: a impopularidade de um presidente não equivale ao desaparecimento de um movimento político.

Também é tentador concluir que os professores de História falharam. Ensinar datas, regimes e atrocidades, contudo, não garante que os alunos reconheçam os mecanismos que podem preceder catástrofes: preconceito, bode expiatório, ataques à imprensa, desprezo por minorias e erosão dos controles democráticos. A UNESCO recomenda que o ensino do Holocausto ajude a entender como a violência em massa se torna possível, estimulando pensamento crítico, responsabilidade cívica e respeito aos direitos humanos.

A questão, portanto, não é apenas quanto se ensina, mas se a História é apresentada como realidade humana e política e não como sequência distante de capítulos encerrados. Tampouco convém culpar os jovens por despolitização. A participação política mudou de forma e podem ocorrer por redes, campanhas, protestos e conversas fora dos canais partidários tradicionais.

O problema não é que a humanidade tenha esquecido o passado, mas que ele costuma perder para as urgências do presente e para quem explora medo, raiva e descrença. A democracia não se protege com a lembrança ritual de que “isso nunca mais”. Protege-se quando escolas ensinam a interpretar a História, partidos defendem limites institucionais mesmo quando isso lhes é inconveniente e cidadãos recusam trocar direitos por promessas de ordem.

A memória não é vacina automática. Mas, sem ela, até os sinais mais conhecidos podem voltar a ser vendidos como novidade.

Evandro Everson dos Santos é policial militar aposentado e economista. Escreve periodicamente para o Ponto de Vista do portal Nossa Cidade

Notícia 11/10 · 10:47

Não votou no 1º turno? Eleitor pode votar normalmente no dia 25 e tem até 3 de dezembro para justificar ausência

Justiça Eleitoral esclarece que faltar à votação de 4 de outubro não impede a participação no segundo turno; eleitores com título regular poderão votar para presidente da República, mesmo sem terem justificado a ausência anterior

Não votou no 1º turno? Eleitor pode votar normalmente no dia 25 e tem até 3 de dezembro para justificar ausência

Os eleitores que não compareceram às urnas no primeiro turno das Eleições 2026, realizado em 4 de outubro, poderão votar normalmente no segundo turno, marcado para o próximo dia 25. A ausência na primeira votação não impede o exercício do direito ao voto, desde que o título eleitoral esteja em situação regular.

O esclarecimento é da Justiça Eleitoral e interessa especialmente aos eleitores que deixaram de votar e ainda não apresentaram justificativa. Não é necessário justificar a ausência no primeiro turno antes de votar no segundo. O prazo para justificar a falta na votação de 4 de outubro termina somente em 3 de dezembro.

Em São Paulo, onde a eleição para governador foi decidida no primeiro turno, mais de 34,1 milhões de eleitores estão aptos a voltar às urnas para escolher o presidente da República. A disputa será entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).

Segundo o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), a abstenção no primeiro turno chegou a 22,5% no Estado.

Quem faltou no primeiro turno pode votar no segundo?

Sim. A Justiça Eleitoral considera cada turno uma eleição independente. Por isso, a ausência no primeiro turno não impede a participação no segundo, desde que o título não esteja cancelado ou suspenso.

O eleitor pode consultar a situação eleitoral de duas maneiras:

Aplicativo e-Título: após acessar o aplicativo, selecionar “Mais opções” e, em seguida, “Consultar situação eleitoral”.

Autoatendimento Eleitoral: acessar o portal do TSE, entrar na aba “Consulta” e selecionar “Situação do título”.

O voto é obrigatório para brasileiros alfabetizados com idade entre 18 e 70 anos. É facultativo para pessoas analfabetas, jovens de 16 e 17 anos e maiores de 70 anos.

Para participar das Eleições 2026, inclusive do segundo turno, os jovens precisam ter completado 16 anos até 4 de outubro, data da primeira votação.

Quem está impedido de votar?

Não poderão votar os eleitores que estiverem com o título cancelado ou com os direitos políticos suspensos.

O cancelamento pode ocorrer quando o eleitor deixa de votar em três eleições consecutivas, sem justificar as ausências ou regularizar a situação. Para essa contagem, cada turno é considerado uma eleição.

A suspensão dos direitos políticos pode ocorrer, por exemplo, em razão de condenação criminal definitiva, enquanto durarem seus efeitos.

Outra situação envolve determinadas hipóteses relacionadas à prestação do serviço militar obrigatório.

A Justiça Eleitoral informa que o cadastro eleitoral será reaberto em 3 de novembro, quando poderão ser retomados procedimentos como regularização de títulos, cadastramento biométrico e alteração de dados pessoais.

O cadastro permanece fechado durante o período eleitoral para permitir a organização das eleições. Em 2026, o fechamento ocorreu em 7 de maio, conforme a regra dos 150 dias anteriores à votação.

Prazo para justificar ausência termina em 3 de dezembro

Quem não votou no primeiro turno e também não justificou a ausência no dia 4 de outubro tem até 3 de dezembro de 2026 para apresentar a justificativa.

O procedimento pode ser realizado pelo aplicativo e-Título, pelo Autoatendimento Eleitoral ou presencialmente em qualquer cartório eleitoral.

A justificativa apresentada depois da eleição exige documentos que comprovem o motivo da ausência, que será analisado pela Justiça Eleitoral.

Pelo aplicativo e-Título

O aplicativo é gratuito e está disponível para celulares Android e iOS.

Após acessar o sistema, o eleitor deve selecionar “Mais opções”, clicar em “Justificativa de Ausência” e escolher “Nova Justificativa”.

Será necessário preencher os dados solicitados e anexar a documentação comprobatória.

Pelo Autoatendimento Eleitoral

No site do TSE, o eleitor deverá informar os dados pessoais, indicar a eleição em que esteve ausente, declarar o motivo e anexar os documentos digitalizados.

Presencialmente no cartório eleitoral

Também é possível apresentar o Requerimento de Justificativa Eleitoral (RJE) em qualquer cartório, acompanhado dos documentos que comprovem a ausência.

O formulário e os comprovantes podem ser enviados pelos Correios ao cartório da zona eleitoral responsável pelo título.

Após a solicitação, o eleitor receberá um número de protocolo para acompanhar o andamento e a decisão sobre o pedido.

Quem não votar nos dois turnos precisa justificar duas vezes

A Justiça Eleitoral alerta que as ausências são consideradas separadamente.

Assim, quem não votou em 4 de outubro e também não comparecer às urnas em 25 de outubro deverá apresentar duas justificativas, respeitando o prazo de 60 dias após cada votação.

A justificativa referente ao primeiro turno poderá ser apresentada até 3 de dezembro. Para o segundo turno, o prazo será de 60 dias após 25 de outubro.

A apresentação de justificativa para uma das votações não regulariza automaticamente a ausência na outra.

Eleitor sem biometria também poderá votar

A falta de cadastramento biométrico não impede a votação no segundo turno, desde que o título eleitoral esteja regular.

Nesse caso, o eleitor deverá comparecer à seção eleitoral com um documento oficial de identificação com foto.

Mesmo quem não realizou a coleta biométrica diretamente na Justiça Eleitoral poderá ser identificado pela digital, caso seus dados tenham sido incorporados ao sistema por meio de convênios com outros órgãos públicos.

Se não houver identificação biométrica disponível, o eleitor poderá votar mediante os procedimentos de identificação previstos pela Justiça Eleitoral.

Quem pediu voto em trânsito deve observar o local escolhido

Os eleitores que solicitaram voto em trânsito deverão comparecer, no segundo turno, ao local de votação para o qual pediram transferência temporária.

Não será possível votar na seção eleitoral original durante o período em que estiver válida a transferência.

O prazo para solicitar voto em trânsito terminou em 20 de agosto.

Caso o eleitor não esteja no município escolhido no dia 25 de outubro, poderá justificar a ausência normalmente.

Depois das eleições, o retorno ao local original de votação ocorrerá automaticamente.

Falta de justificativa pode gerar multa e outras restrições

O eleitor que não justificar a ausência dentro do prazo ou tiver o pedido indeferido deverá pagar multa de R$ 3,51 por turno em que deixou de votar sem justificativa aceita.

A guia para pagamento pode ser emitida pelo site do TRE-SP, pelo e-Título ou em cartório eleitoral.

O pagamento pode ser feito por Pix ou cartão de crédito.

A falta de regularização eleitoral pode trazer consequências, como impedimentos para obtenção de passaporte, matrícula em estabelecimentos oficiais de ensino e posse em cargo público, nas situações previstas pela legislação.

Além disso, o título estará sujeito a cancelamento quando houver três ausências consecutivas sem justificativa ou regularização.

Quem estava no exterior tem prazo específico

Eleitores com domicílio eleitoral no Brasil que estavam no exterior na data da votação poderão apresentar justificativa em até 30 dias após o retorno ao país, além da possibilidade de utilizar o prazo geral de 60 dias após a eleição.

Será necessário comprovar a permanência fora do Brasil por meio de passagens, cartões de embarque, carimbos no passaporte ou outros documentos válidos.

São Paulo terá votação apenas para presidente

O segundo turno das Eleições 2026 está marcado para domingo, 25 de outubro.

No Estado de São Paulo, a disputa pelo governo estadual terminou no primeiro turno, com a reeleição de Tarcísio de Freitas.

Dessa forma, os eleitores paulistas voltarão às urnas para decidir apenas a eleição presidencial, entre Lula e Flávio Bolsonaro.

O segundo turno é realizado quando nenhum candidato a cargo majoritário do Executivo alcança a maioria absoluta dos votos válidos no primeiro turno.

Confira as principais orientações

Não votou no primeiro turno? Pode votar no segundo, desde que o título esteja regular.

Precisa justificar antes do dia 25? Não. O prazo para justificar a ausência no primeiro turno termina em 3 de dezembro.

Está sem biometria? Pode votar normalmente com documento oficial com foto, se o título estiver regular.

Título cancelado ou direitos políticos suspensos? Não poderá votar enquanto persistir o impedimento.

Faltou aos dois turnos? Deverá justificar as duas ausências separadamente.

Não justificou? Poderá ter de pagar multa de R$ 3,51 por turno.

Quando será possível regularizar título cancelado? A partir da reabertura do cadastro eleitoral, em 3 de novembro, conforme a situação de cada eleitor.

Notícia 08/10 · 10:42

O MILAGRE DA MOTOSSERRA TUPINIQUIM

O MILAGRE DA MOTOSSERRA TUPINIQUIM

Sob a forte influência do modelo de austeridade radical implementado pelo candidato de extrema direita, o presidente argentino Javier Milei, o plano econômico e institucional proposto pelo candidato Flávio acende o alerta para uma potencial explosão da pobreza e para o desmonte da rede de proteção social no Brasil, vejamos:

Os principais riscos e retrocessos apontados diante dessa agenda estrutural incluem:

•⁠  ⁠A "Redemocratização" pela Mutilação Constitucional: Em uma reviravolta digna de ficção, o plano de governo promete "redemocratizar a democracia" — uma jogada que, na prática, consiste em alterar a própria Constituição para amordaçar o STF e neutralizar os freios e contrapesos do país. A ironia é gritante: para supostamente "salvar" as instituições, propõe-se enfraquecê-las, abrindo caminho para o Executivo governar sem amarras ou contestações jurídicas, replicando o descabido modelo de Milei de tentar atropelar o Congresso e a Justiça por meio de decretaços.

•⁠  ⁠Ataque às Aposentadorias e Pensões: Planos da equipe econômica ventilam a elevação da idade mínima de aposentadoria para até 70 anos e a desvinculação dos benefícios previdenciários e do BPC do salário mínimo. Ao indexar os pagamentos exclusivamente à inflação, promove-se um congelamento real do poder de compra dos idosos, ameaçando a segurança financeira de milhões de famílias para priorizar o corte fiscal.

•⁠  ⁠Perda de Direitos Trabalhistas: A proposta de flexibilização da CLT, que visa permitir contratos baseados estritamente em horas trabalhadas, põe em xeque garantias consolidadas como o 13º salário e o FGTS. Esse modelo repete a desregulamentação de Milei na Argentina, que aprofundou a precarização e empurrou a informalidade para 45% da força de trabalho.

•⁠  ⁠Explosão do Custo de Vida: A política de cortes drásticos nas despesas públicas (o chamado "Tesouraço") e a revisão de subsídios tendem a encarecer itens básicos como energia e transporte. O espelho argentino serve de advertência: a política de "choque" de Milei corroeu salários e jogou a taxa de pobreza para além dos 50%.

•⁠  ⁠Prejuízo aos Serviços Públicos e Privatizações: A redução agressiva do aparato estatal e a extinção de ministérios ameaçam diretamente o financiamento da saúde (SUS) e da educação. Somado a isso, a pressa em privatizar estatais estratégicas arrisca transferir setores essenciais ao lucro privado, resultando em tarifas mais altas para o cidadão comum.

Em suma, a promessa de salvação nacional oferecida por Flávio Bolsonaro nada mais é do que um convite para o Brasil saltar de cabeça no abismo portenho. A fantástica "redemocratização" proposta pelo candidato desenha um futuro brilhante: um país livre do incômodo de direitos trabalhistas, onde o cidadão comum terá a liberdade poética de trabalhar até os 70 anos para receber uma aposentadoria congelada e pagar tarifas privatizadas com o dinheiro que não tem. Se a intenção era copiar o vizinho platino, o plano é cirúrgico. Resta saber se o povo brasileiro está ansioso para descobrir o quão saborosa é a receita que já colocou metade da Argentina na fila do sopão, tudo em nome, é claro, da mais pura e absoluta liberdade de passar necessidade.

ALMIR FERNANDES LIMA

ADVOGADO

Notícia 07/10 · 15:55

Veja como foi a votação em cada bairro das cinco cidades da cobertura do Nossa Cidade

Plataforma permite consultar o desempenho dos candidatos em 50 bairros de Araçatuba, 45 de Araraquara, 21 de Birigui, 12 de Andradina e três de Ilha Solteira; pesquisa também pode ser feita pelo CEP

Cidadão pode acessar a aba Eleições 2026 e navegar em difeerentes tipos de filtro para conhecer a realidade das eleições nas cidades de seu interesse. Crédito: Reprodução do Nossa. Cidade

Quem venceu a eleição no seu bairro? Quantos votos cada candidato recebeu na região onde você mora? Os leitores do portal Nossa Cidade podem consultar essas informações de forma simples e detalhada na aba Eleições 2026, que reúne os resultados do primeiro turno.

Além de oferecer um panorama da votação em todo o Brasil, a plataforma permite chegar a um nível muito mais próximo do eleitor: é possível verificar o desempenho dos candidatos nos 50 bairros de Araçatuba, 45 de Araraquara, 21 de Birigui, 12 de Andradina e três de Ilha Solteira, as cinco cidades que integram a cobertura do Nossa Cidade.

A pesquisa também pode ser feita pelo CEP, facilitando a localização da região de interesse. No mesmo ambiente, o leitor consegue consultar resultados de outras cidades.

Dados têm como base informações do TSE

O sistema de consulta é alimentado com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a partir da distribuição das urnas por seção eleitoral.

A ferramenta foi disponibilizada pela MPJ/I'Max para uma rede formada por 18 portais de nove estados brasileiros, da qual o Nossa Cidade faz parte.

Na consulta por bairro, o resultado apresentado corresponde à soma dos votos das urnas vinculadas às seções eleitorais localizadas naquela região. Isso permite visualizar não apenas quem venceu no município, mas também como o eleitorado se comportou em diferentes partes da cidade.

Dilador venceu em 49 dos 50 bairros de Araçatuba

Um exemplo dessa radiografia eleitoral aparece na disputa para deputado estadual em Araçatuba.

Dilador Borges (PSD) foi o candidato mais votado em 49 dos 50 bairros considerados pela plataforma. A única exceção foi o Jacutinga, onde o deputado eleito Marcolino (PT) ficou na primeira colocação.

No Jacutinga, Marcolino recebeu 57 votos, enquanto Dilador obteve 29.

A consulta mostra, portanto, como um resultado municipal pode esconder diferenças importantes quando a votação é observada bairro por bairro.

Ícaro venceu em 48 bairros para deputado federal

Na disputa para deputado federal, Ícaro do Atamor (MDB) apresentou domínio semelhante em Araçatuba. Ele terminou na primeira colocação em 48 dos 50 bairros.

As duas exceções foram Prata, onde Edna Flor teve a maior votação, e Fazenda do Estado, onde Netinho Maia ficou em primeiro lugar.

Os números permitem identificar onde cada candidatura teve maior ou menor penetração eleitoral dentro do próprio município.

André Fermino venceu em todos os bairros de Birigui

Em Birigui, o desempenho de André Fermino chama a atenção na disputa para deputado estadual. Ele foi o candidato mais votado em todos os 21 bairros relacionados na consulta.

Para deputado federal, a divisão foi entre dois candidatos: Lucas Pavanato venceu em 14 bairros, enquanto Maurício Neves liderou em sete.

Pugliese domina votação nos bairros de Andradina

Em Andradina, Guilherme Pugliese liderou a disputa para deputado estadual em 11 dos 12 bairros. Regina Nunes ficou em primeiro lugar no bairro restante.

Na eleição para deputado federal, houve maior divisão. Lucas Pavanato venceu em sete bairros, Hugo Zamboni em quatro e Silas Carlos Oliveira em um.

Otávio e Itamar vencem nos três bairros de Ilha Solteira

Em Ilha Solteira, a plataforma divide a consulta em três bairros. Na disputa para deputado estadual, Itamar Borges foi o candidato mais votado nos três.

Para deputado federal, o domínio foi de Otávio Gomes, ex-prefeito do município, que também terminou em primeiro lugar nos três bairros.

Edinho vence nos 45 bairros de Araraquara

Em Araraquara, o ex-prefeito Edinho Silva (PT) apresentou um dos desempenhos mais homogêneos entre os candidatos analisados. Na disputa para deputado federal, ele foi o mais votado em todos os 45 bairros disponíveis na plataforma.

Para deputado estadual, Thainara Faria (PT) venceu em 43 dos 45 bairros. Nos outros dois, a liderança ficou dividida: Fabiana Bolsonaro (PL) venceu em um e Eduardo Campopiano em outro.

Consulta permite enxergar a eleição além do resultado municipal

A ferramenta amplia a possibilidade de análise das Eleições 2026. Em vez de saber apenas quem foi o candidato mais votado em uma cidade, o eleitor pode identificar onde cada candidatura foi mais forte, quais bairros apresentaram comportamento diferente da média municipal e como os votos se distribuíram dentro do município.

Para o eleitor, também é uma forma de conhecer melhor o comportamento eleitoral da região onde vive.

Quer saber quem venceu no seu bairro e quantos votos cada candidato recebeu? Acesse a aba Eleições 2026 do Nossa Cidade e faça a consulta por cidade, bairro ou CEP.

Por Antonio Crispim

Notícia 07/10 · 10:30

Otávio e Ícaro lideram na região, mas ficam longe do Congresso; veja a votação de cada candidato em seu domicílio

Otávio Gomes conseguiu 86,3% de seus votos fora de Ilha Solteira, enquanto Ícaro Morales concentrou 75,6% da votação em Araçatuba; desempenho dos demais candidatos da região caiu rapidamente e cinco não chegaram a 2 mil votos

Infográfico mostra o desempenho dos candidatos a deputado federal no próprio domicílio. Crédito: Dados do TSE, criação IA

A eleição de 2026 para deputado federal mostrou duas realidades distintas entre os principais candidatos da região de Araçatuba. Enquanto Otávio Gomes (PSD) conseguiu espalhar sua votação por outros municípios, Ícaro Morales (MDB) teve uma votação fortemente concentrada em Araçatuba. Mesmo com estratégias eleitorais aparentemente diferentes, os dois terminaram com resultados muito próximos e ficaram sem uma das 70 cadeiras de São Paulo na Câmara dos Deputados.

Otávio foi o candidato da região com maior votação no Estado: 28.868 votos. Ícaro apareceu logo atrás, com 27.726. Os dois ficaram na suplência de seus respectivos partidos. Os resultados oficiais confirmam que nenhum deles está entre os 70 deputados federais eleitos por São Paulo. 

A diferença entre os dois foi de apenas 1.142 votos.

Mas, quando se observa de onde vieram esses votos, aparecem dois cenários bastante diferentes.

Otávio buscou 86% dos votos fora de Ilha Solteira

Ex-prefeito de Ilha Solteira e integrante de uma família tradicional na política regional, Otávio recebeu 3.945 votos em sua própria cidade, segundo os dados levantados pelo Nossa Cidade.

Isso representa apenas 13,7% dos 28.868 votos obtidos por ele.

Consequentemente, 24.923 votos, ou 86,3% do total, vieram de outros municípios.

É uma distribuição que mostra capacidade de avançar além do reduto eleitoral, algo particularmente importante em uma disputa para deputado federal em São Paulo.

Mesmo assim, o volume alcançado não foi suficiente para a eleição. Na classificação geral do Estado, Otávio terminou com 28.868 votos, correspondentes a cerca de 0,12% do total. 

Ícaro teve força em Araçatuba, mas avançou pouco fora

Com Ícaro Morales, a situação foi praticamente inversa.

O vereador terminou a disputa com 27.726 votos no Estado. Desse total, nada menos que 20.966 foram conquistados em Araçatuba, onde foi o candidato a deputado federal mais votado. Dados da apuração apontam que ele recebeu 20,17% dos votos válidos para o cargo no município. 

Portanto, 75,6% de toda a votação de Ícaro ficou concentrada em Araçatuba.

Fora do município, foram 6.760 votos, ou 24,4% do total.

A comparação chama a atenção: Otávio conquistou quase 25 mil votos fora de Ilha Solteira, enquanto Ícaro conseguiu menos de 7 mil fora de Araçatuba.

Ainda assim, os dois chegaram praticamente juntos ao final da apuração: 28.868 a 27.726.

Diferença entre os dois foi construída fora de casa

Os números permitem outra comparação.

Ícaro recebeu 17.021 votos a mais que Otávio em suas respectivas cidades de origem: foram 20.966 votos em Araçatuba contra 3.945 de Otávio em Ilha Solteira.

Por outro lado, Otávio obteve 18.163 votos a mais fora de sua cidade: 24.923 contra 6.760.

Foi justamente essa votação externa que permitiu ao ex-prefeito de Ilha Solteira superar Ícaro na totalização estadual, ainda que por apenas 1.142 votos.

Os dados reforçam o peso da expansão territorial em uma candidatura para deputado federal, embora ela, isoladamente, não assegure uma cadeira. Deputados federais são escolhidos pelo sistema proporcional, no qual também é considerado o desempenho do partido ou federação para a distribuição das vagas. 

Depois dos dois primeiros, votação cai significativamente

Também chama a atenção a distância entre Otávio e Ícaro e os demais candidatos da região incluídos no levantamento.

A terceira colocada, Edna Flor, terminou com 8.400 votos — menos de um terço da votação alcançada por cada um dos dois primeiros. Desses, 7.284 foram obtidos em Araçatuba, o equivalente a 86,7% de seu total.

Cido Saraiva recebeu 7.684 votos, sendo 5.398 em Araçatuba, ou 70,2%.

Na sequência aparece Hugo Zamboni, de Andradina, com 4.006 votos, dos quais 3.306 foram obtidos na própria cidade (82,5%).

Flávio Salatino terminou com 3.935 votos, sendo 2.933 em Araçatuba (74,5%), enquanto Professor Luzimar, de Andradina, recebeu 2.781 votos, dos quais 2.471 vieram do próprio município (88,9%).

Cinco candidatos não chegaram a 2 mil votos

Na parte inferior do levantamento, cinco candidatos não conseguiram alcançar sequer a marca de 2 mil votos em todo o Estado.

Netinho Maia recebeu 1.876 votos; Nei Giron, 1.243; Silas Carlos Oliveira, 1.160; Alex Guru, 641; e Grilo Instrutor Auto Escola, apenas 136 votos.

A concentração no município de origem continuou elevada em vários desses casos. Nei Giron, por exemplo, recebeu 1.044 de seus 1.243 votos em Araçatuba, ou 84%. Professor Luzimar teve praticamente nove em cada dez votos em Andradina.

São números que evidenciam a dificuldade encontrada por candidaturas que não conseguem construir presença eleitoral relevante fora do município de origem.

Região continua sem eleger deputado federal

Os resultados mostram que Otávio Gomes conseguiu fazer aquilo que faltou a boa parte dos demais candidatos: buscar a maior parcela de seus votos fora de casa. Ainda assim, os 28.868 votos foram insuficientes diante da dimensão de uma eleição para deputado federal no maior colégio eleitoral do País.

Ícaro Morales viveu situação diferente. Demonstrou grande força eleitoral em Araçatuba — foi o candidato a federal mais votado no município —, mas não conseguiu reproduzir desempenho semelhante fora da cidade.

No outro extremo, as votações abaixo de 2 mil votos de cinco candidatos mostram como uma candidatura federal pode ter alcance bastante limitado quando não consegue ultrapassar significativamente as fronteiras de seu reduto.

A comparação dos resultados deixa uma conclusão numérica: Otávio e Ícaro chegaram praticamente empatados por caminhos opostos. Um buscou 86,3% dos votos fora de sua cidade; o outro encontrou 75,6% dentro dela. Para ambos, porém, o volume final não foi suficiente para transformar a votação em mandato.

Por Antonio Crispim

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