Promotoria emplacou tese de crime triplamente qualificado
DA REDAÇÃO – CAFELÂNDIA
Duas pessoas que tentaram matar um homem após acusá-lo da prática de furtos em Cafelândia foram condenados pelo Tribunal do Júri, nesta quarta-feira (24/9), a pedido do Ministério Público. Enquanto uma mulher envolvida no crime recebeu pena de 12 anos de prisão, um réu no mesmo processo foi sentenciado a 14 anos, ambos em regime inicial fechado.
Autora da denúncia, a promotora de Justiça Eliana Komesu Lima sustentou que, em março de 2023, os criminosos despiram e amarraram a vítima, passando a agredi-la com pauladas e chutes pelo corpo. Durante a tentativa de homicídio, a ré exibia um revólver na cintura. Vídeo divulgado pelas redes sociais registrou os fatos e permitiu a identificação dos envolvidos.
A vítima sobreviveu após ser socorrida e levada a um hospital.
O promotor Khalil Nogueira Nicolau, responsável pela atuação no plenário, emplacou a tese de que os réus agiram com as qualificadoras de motivo torpe, meio cruel e recurso que impossibilitou a defesa da vítima.






