Após denúncia de moradores divulgada pelo portal Nossa Cidade, Sol do Autismo pede limpeza urbana, fiscalização e apuração sobre origem de resíduos descartados no Engenheiro Taveira
ANTÔNIO CRISPIM – ARAÇATUBA
A denúncia de moradores sobre o descarte frequente de lixo com forte odor próximo a uma escola, uma creche e uma unidade de saúde no bairro Engenheiro Taveira já provocou reação no Legislativo. Na terça-feira (2), mesmo dia em que o portal Nossa Cidade publicou reportagem sobre o problema, a vereadora Sol do Autismo (PL) encaminhou ofício à Prefeitura de Araçatuba solicitando providências urgentes de limpeza urbana e fiscalização da área.
O pedido foi motivado pelas reclamações de moradores que convivem diariamente com o mau cheiro, a proliferação de moscas e os transtornos causados pelo acúmulo de resíduos nos contêineres instalados na região.
Moradores apontam descarte recorrente de resíduos orgânicos
Segundo relatos colhidos pela reportagem do portal Nossa Cidade, a coleta de lixo no bairro ocorre regularmente às terças-feiras, quintas-feiras e sábados. O problema, no entanto, não estaria relacionado ao serviço de coleta pública.
De acordo com os moradores, poucas horas após a passagem do caminhão coletor, um homem chega ao local em uma caminhonete de pequeno porte e realiza o descarte de grande volume de resíduos orgânicos, que exalam odor fétido e atraem enxames de moscas.
A situação tem causado indignação principalmente por ocorrer próximo a equipamentos públicos frequentados diariamente por crianças, idosos, pacientes e profissionais da saúde.
“O cheiro é muito forte e as moscas tomam conta do local”, relatou uma moradora à reportagem.
Vereadora pede fiscalização
No documento enviado à administração municipal, a vereadora solicita que sejam adotadas medidas de limpeza e fiscalização.
O ofício não foi direcionado a uma secretaria específica, justamente porque a situação pode envolver diferentes áreas da Prefeitura, incluindo as secretarias de Obras e Serviços Públicos, Saúde e setores responsáveis pela fiscalização ambiental e sanitária.
A parlamentar defende que o município apure qual é a natureza do resíduo que está sendo depositado nos contêineres e se o descarte atende às normas vigentes.
Preocupação com saúde pública
Além do desconforto causado pelo mau cheiro, moradores demonstram preocupação com possíveis riscos à saúde pública, especialmente em razão da proximidade com a escola, a creche e a unidade de saúde do bairro.
A presença constante de moscas e a possibilidade de descarte inadequado de resíduos orgânicos reforçam a necessidade de fiscalização para evitar problemas sanitários e garantir condições adequadas de limpeza e segurança para a população.
Agora, os moradores aguardam uma resposta da Prefeitura e a adoção de medidas que impeçam a continuidade do problema denunciado.






