A mamoplastia reconstrutora oferece às mulheres que passaram por uma mastectomia a oportunidade de reconstruir os seios e recuperar sua autoestima
DA REDAÇÃO – SÃO PAULO
O câncer de mama é um dos tipos mais comuns entre as mulheres, e a retirada do tecido mamário faz parte de muitos tratamentos. Nesse processo, a cirurgia reconstrutora se torna um passo essencial para a recuperação física e também para o fortalecimento emocional das pacientes.
Como funciona a reconstrução mamária
De acordo com o cirurgião plástico Dr. Alexandre Kataoka, existem diferentes técnicas de reconstrução, que variam conforme o tipo de mastectomia realizada, o estado de saúde da paciente e suas preferências pessoais.
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Implantes de silicone: opção mais comum, utiliza próteses colocadas sob o músculo peitoral, recriando o formato dos seios com resultado natural.
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Retalho autólogo: usa tecidos da própria paciente, retirados do abdômen, costas ou coxas, indicado para quem não deseja implantes ou apresenta comprometimento da pele na região do tórax.
Imediata ou tardia?
A reconstrução pode ser feita imediatamente após a mastectomia, em uma única cirurgia, ou de forma tardia, meses ou anos depois. A primeira opção proporciona recuperação mais rápida, mas não é indicada em todos os casos, principalmente quando há necessidade de radioterapia.
Impacto emocional
Além da restauração física, a mamoplastia reconstrutora tem papel crucial no aspecto psicológico. “A cirurgia ajuda na recuperação da autoconfiança e simboliza um recomeço para muitas pacientes”, afirma Dr. Kataoka.
Para ele, a reconstrução mamária representa não apenas um procedimento estético, mas também um símbolo de superação e resiliência.






