O governo Lucas Zanatta achou por bem interditar parcialmente a Avenida Joaquim Pompeu de Toledo e fechar o terminal urbano inagurado às pressas no fim do governo passado por apresentar vários problemas. Duas medidas administrativas que tem defensores e críticos, Como gestor público, Zanatta entendeu ser o melhor caminho. A responsabilidade é dele. Porém, uma coisa chama a atenção. As duas obras tinham projetos aprovados, foram licitadas e fiscalizadas. Além disso, foram recebidas. O que foi feito até agora para apurar responsabilidade? Pouco se sabe sobre medidas neste sentido.
Preocupação com a Avenida Pompeu de Toledo
A canalização do Córrego Machadinho e pavimentação do prolongamento da Avenida Pompeu de Toledo no trecho entre as ruas Tupinambás e Anhanguera deram problema problema desde que começaram. Mas a omissão foi geral. Até que depois da inauguração a pista começou a afundar, No dia 17 de janeiro deste ano, após novos problemas, o prefeito Lucas Zanatta decidiu pela interdição da pista no sentido bairro-centro. Que três meses depois, pouco se sabe sobre o que será feito, quando será e quem vai pagar. É importante lembrar que o projeto tem um responsável, a obra foi fiscalizada e recebida. O projeto original foi executado corretamente? Os problemas que surgiram são consequências de erro de projeto ou de execução? Quem quer governar com transparência tem o dever de tornar público o que está sendo feito para apurar responsabilidades e até punir exemplarmente se houve negligência, omissão, incompetência por desonestidade. Ou será que tudo será esquecido e o povo vai mais uma vez pagar a conta e o pato?
Construção de novo terminal desafiou a sociedade
A construção do novo terminal urbano foi uma imposição do governo Dilador Borges Damasceno, que não ouviu usuários, não consultou a empresa concessionária do transporte urbano e operadora do terminal, além de ignorar as reclamações e pedidos de desportistas que não concordavam com o desalojamento do histórico Ferrinho. Por razões inimagináveis tudo isso foi desprezado e o novo terminal construído. Porém, a obra foi executada em desacordo com o projeto original e h[a quem diga, at[e mesmo pelo que foi licitado. Nas primeiras semanas surgiram problemas no piso, na cobertura e até mesmo no sistema hidráulico. Além disso, o motor instalado no sistema de combate a incêndio não está no lugar. A operação do novo terminal se mostrou completamente comprometida com muitos atrasos. Diante de tantos problemas, o prefeito Lucas Zanatta decidiu voltar a operação do terminal para o antigo prédio. Isso por si só não resolve o problema. Foram investidos quase R$ 5 milhões do dinheiro público e alguém deixou de fazer o seu trabalho. Quem fiscalizou a obra? Quem recebeu e liberou para operação, mesmo sem habite-se, alvará de funcionamento e auto de vistoria do Corpo de Bombeiros? E o novo terminal, está regularizado ou a equipe do atual prefeito também esqueceu esses pequenos detalhares para colocar um terminal em operação.
Homem público não pode prevaricar
Prevaricar é um dos crimes praticados por funcionário público contra a administração em geral que consiste em retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal. Ou seja, o homem público não pode ignorar os danos causados ao erário e ä população, mesmo que não tenha disposição para punir eventuais responsáveis por isso. Os responsáveis pelos recorrentes erros na Pompeu de Toledo e no novo terminal urbano não podem sair ilesos. O povo não pode ser punido.
Luta pela manutenção do PSDB
vFiliados tucanos estão se mobilizando nacionalmente em favor da preservação do PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira) no cenário político nacional. Eles vêm se reunindo em um grupo chamado “Movimento Contra a Extinção do PSDB”, que teve origem em janeiro passado a partir de um núcleo de filiados de algumas zonais da cidade de São Paulo-SP, quando lançaram um manifesto e um abaixo-assinado aberto à militância. Hoje o Movimento conta com a participação de filiados de várias regiões do Brasil. A direção nacional do PSDB está promovendo nos últimos meses conversações com representantes de outras legendas partidárias com o objetivo de superar a chamada “cláusula de desempenho” nas próximas eleições de 2026 por meio da possível união de partidos. Já é consenso entre a militância tucana que a incorporação do PSDB a outra legenda resultaria no desaparecimento do partido incorporado. Por outro lado, no que se refere à fusão, tem havido um enorme mal-entendido dentro do PSDB sobre se essa medida ocasionaria ou não o fim do partido fundido. Em posição contrária ao entendimento da direção nacional tucana, a qual tem manifestado que o Partido, fundindo-se com outro partido, não seria extinto, o Movimento está convicto de que isso resultaria sim na extinção do PSDB, inevitavelmente. Uma das ideias aventadas pela cúpula tucana é fundir a legenda com o Podemos ou, mais recentemente, com o Republicanos, ou mesmo fundir com as duas.






