Terça-feira, 22 de setembro de 2026
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São Paulo abre mais de 42,7 mil novos postos formais de trabalho em julho; Araçatuba liderou na região

Sétimo mês do ano registrou 129,7 mil novos postos em todo o país; Birigui ficou em teceiro em julho e.

São Paulo abre mais de 42,7 mil novos postos formais de trabalho em julho; Araçatuba liderou na região

Sétimo mês do ano registrou 129,7 mil novos postos em todo o país; Birigui ficou em teceiro em julho e lidera no ano

DA REDAÇÃO – ARAÇATUBA

São Paulo registrou a abertura de 42.798 empregos com carteira assinada em julho. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados nesta quarta-feira, 27 de agosto, pelo Ministério do Trabalho e Emprego. No acumulado do ano, entre janeiro e julho de 2025, São Paulo acumula 390,6 mil novos empregos formais.

Em julho, o estado apresentou desempenho positivo em todos os cinco grandes grupamentos de atividades econômicas avaliados. O destaque foi o setor de Serviços, que gerou 14.919 novos postos. Na sequência aparecem Comércio (11.500), Indústria (6.056), Construção (5.168) e Agropecuária (5.153).

MUNICÍPIOS – A capital paulista foi a cidade com melhor saldo em julho, com 9.242 novos postos. A metrópole tem hoje um estoque de mais de 5 milhões de empregos formais. Na sequência dos municípios com melhores desempenhos no estado aparecem Bauru (2.977), Osasco (2.949) e Barueri (2.515).

PERFIL DAS VAGAS – As novas vagas com carteira assinada geradas em julho no estado de São Paulo foram ocupadas, em sua maioria, por pessoas do sexo feminino, responsáveis pelo ingresso em 21.747 postos, contra 21.051 vagas ocupadas pelos homens. Pessoas com ensino médio completo foram as principais atendidas, com 28.362 postos. Jovens entre 18 e 24 anos formam o grupo com maior saldo de vagas no estado em julho: 28.599.

Alguns dos principais dados do Caged em julho de 2025

NACIONAL – O Brasil acumulou, nos sete primeiros meses de 2025, mais de 1,34 milhão de novos empregos com carteira assinada. Apenas em julho foram gerados 129.775 postos de trabalho formais e, com isso, o país chegou a 1.347.807 novos vínculos no ano. No acumulado dos últimos 12 meses, o saldo é de 1,5 milhão. Os dados do Cadastro-Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) foram divulgados nesta quarta-feira, 27 de agosto, pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

ATIVIDADES ECONÔMICAS – O sétimo mês de 2025 apresentou variação positiva nos cinco grandes agrupamentos de atividades econômicas avaliados: Serviços, Comércio, Indústria, Construção e Agropecuária. O saldo foi positivo em 25 das 27 Unidades da Federação. Com os indicadores de julho, o total de vínculos empregatícios formais ativos no país, número conhecido como estoque, chegou a 48,54 milhões, um valor recorde.

SETORES – Entre os grandes grupos econômicos, o maior gerador de postos no acumulado do ano é o setor de Serviços, com 688 mil postos entre janeiro e julho. Em seguida aparecem Indústria (253.422), Construção (177.341), Comércio (119.291) e Agropecuária (109.237). No recorte de julho, o setor de Serviços lidera, com 50.159 novos postos, seguido por Comércio (27.325), Indústria (24.426), Construção (19.066) e Agropecuária (8.795).

POR REGIÕES – No recorte por regiões, o Sudeste lidera a geração de empregos em julho, tendo registrado a abertura de 50.033 postos. Na sequência aparecem o Nordeste (39.038), o Centro-Oeste (21.263), o Sul (11.337) e o Norte (8.128)

POR ESTADOS –São Paulo registra o maior saldo de novas vagas no acumulado do ano, com 390 mil postos. Em seguida aparecem Minas Gerais (152.005) e Paraná (102.309). Levando-se em conta apenas o mês de julho, São Paulo (42.798), Mato Grosso (9.540) e Bahia (9.436) foram os três estados com maior saldo. Com base na variação relativa, que observa o tamanho proporcional dos mercados de trabalho de cada estado, os destaques de julho foram Mato Grosso (+0,97%), Piauí (+0,80%) e Amapá (+0,79%).

HOMENS, MULHERES E SALÁRIO – Em julho, a geração de empregos foi maior entre homens (72.974) do que entre mulheres (56.801). Entretanto, elas apresentaram maior número de contratos nos setores de Serviços (28.160 mulheres e 21.999 homens) e do Comércio (15.365 mulheres e 11.960 homens). O salário médio real de admissão em julho foi de R$ 2.277,51.

IDADE, NÍVEL DE INSTRUÇÃO E RAÇA – No recorte por faixas etárias, os saldos mais positivos foram verificados entre jovens de 18 a 24 anos (94.965) e entre adolescentes de até 17 anos (26.374). Pessoas com nível médio completo (102.417) e nível médio incompleto (18.700) lideram no recorte por nível de instrução. Já na análise por raça, os pardos foram os que mais vagas ocuparam em julho (108.429), seguidos de pretos (21.889), brancos (18.889) e indígenas (294). No que se refere à População com Deficiência, o saldo também foi positivo: 774 novos postos de trabalho. (Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República)

Araçatuba lidera a geração de empregos na região

O município de Araçatuba foi o que mais gerou empregos na região no mês de julho, com saldo positivo de 259 postos de trabalho e foi também o único – considerando as cidades com mais de 50 mil habitantes – a ter saldo positivo em todos os grupos. Penápolis ficou em segundo lugar, Birigui em terceiro e Andradina em quarto. Andradina teve saldo negativo em três grupos. Já nos sete primeiros meses do ano, Birigui lidera a geração de empregos, seguida de Araçatuba, Penápolis e Andradina.

ARAÇATUBA – Em julho Araçatuba teve 2.550  admissões e 2.291 demissões, registrando saldo de 259 postos de trabalho. Os destaques foram comércio com 94 vagas e construção com 80. Já nos sete primeiros meses do ano, Araçatuba teve 18.779 admissões e 17.082 desligamentos, com saldo de 1.697. Serviços foi o maior  destaque, com 1.225 vagas. Todos os grupos tiveram saldo positivo.

PENÁPOLIS – Em julho, Penápolis registrou 759 admissões e 635 desligamentos, com saldo de 124 postos de trabalho. Agropecuária com 45 vagas e indústria com 40 foram os destaques e a construção teve saldo negativo de duas vagas. Já nos sete meses, Penápolis teve 6.067 admissões e 4.804 desligamentos, registrando saldo de 1.263. Serviços (612), Indústria (345) e Agropecuária (344) foram os destaques positivos, enquanto construção (-37) e comércio (-1) foram os negativos.

BIRIGUI – O município de Birigui teve saldo de apenas 103 postos de trabalho em julho, resultado de 1.587 admissões e 1.484 desligamentos. Indústria e  comércio foram os destaques, enquanto construção teve saldo negativo. Nos sete primeiros meses do ano o município teve saldo de 2.269 empregos, liderando na região, resultado de  12.599 admissões e 10.330 desligamentos. Os destaques foram indústria com 1.210 vagas e serviços, com 678. O município teve saldo positivo em todos os grupos.

ANDRADINA – Em julho, Andradina teve saldo negativo de 25 vagas, resultado de 753 admissões e 778 desligamentos. O município teve saldo positivo apenas em comércio e agropecuária e negativo em indústria, construção e serviços, Nos primeiros sete meses do ano, Andradina teve saldo  positivo de 940 vagas, resultado de 6.448 admissões e 5.228 desligamentos. Teve saldo positivo em serviços, que foi o grande destaque, indústria e comércio e saldo negativo em construção e agropecuária.

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