Terça-feira, 22 de setembro de 2026
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Thiago Giron pode assumir a Agência Daea

O ouvidor-geral do Município de Araçatuba, Thiago Giron Garcia, pode assumir o cargo de comissário-chefe da Agência Reguladora e  Fiscalizadora.

Thiago Giron pode assumir a Agência Daea

O ouvidor-geral do Município de Araçatuba, Thiago Giron Garcia, pode assumir o cargo de comissário-chefe da Agência Reguladora e  Fiscalizadora Daea, em substituição ao engenheiro Márcio Scatolin, que  inexplicavelmente deixou o cargo, causando surpresa no meio político. O cargo de ouvidor-geral é um dos atingidos pela decisão  do Tribunal de Justiça, que julgou vários cargos inconstitucionais e que devem ser extintos. Muito ligado ao grupo do prefeito Lucas Zanatta e à direita de Araçatuba, Thiago  Giron ficaria sem cargo na administração. Fontes revelaram à coluna que ele é um dos nomes mais cotados para assumir a agência Daea. Uma fonte mais além. Disse que falta apenas sair a exoneração de um cargo e a nomeação para outro. Chegou a falar que Giron já está se familiarizando com as rotinas da nova função e os desafios que terá de enfrentar.

Cargo exige curso superior

Se realmente for nomeado para o cargo de comissário-geral da agência Daea, Thiago Giron terá muitos desafios pela frente. A lei que criou a agência estabelece que o comissário-chefe deve ter curso superior, sem especificar a área. O comissário-adjunto deve ser engenheiro civil e o comissário-jurídico deve ser advogado com registro na Ordem dos Advogados do Brasil. A mesma lei previa a contratação de três cargos técnicos mediante concurso público, mas isso não ocorreu até agora. O órgão continua sem profissional técnico para fiscalizar. Este será o grande desafio do novo comissário-chefe.

Surpresa na saída de  Scatolin

A saída de Márcio Scatolin causou surpresa para muita gente. Seu trabalho era enaltecido por pessoas de destaque dentro do governo Lucas Zanatta. Chegaram a dizer que nunca a Samar foi tão cobrada pela agência Daea como estava sendo agora. Chegaram a dizer que ele endureceu a relação e  cobrava muito da concessionária. Isso chama a atenção. Será que foi essa posição mais  dura de cobrança, cumprindo o seu papel, que desagradou e provocou a saída? Só o tempo dirá.

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