Portal Nossa Cidade e mais 17 portais que integram o MPJ vão fazer a cobertura da apuração de forma simultânea com o TSE.
Você está no Nossa CidadeCobertura das Eleições 2026 em Araçatuba · nossacidade.online
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Resultado oficial
Apuração em tempo real
Dados do TSE, atualizados automaticamente conforme as urnas são apuradas. Alterne entre o resultado do país, do estado e das 5 cidades da nossa cobertura.
Apuração concluídaFonte: TSE · 1º turno
Atualizado às ——
Abrangência
Atalhos
Estado
Carregando estados
São 5.571 municípios, com o código oficial do IBGE. Busque pelo nome da cidade ou do estado, com ou sem acento.
Nossa cobertura
—das urnas apuradas · — de — urnas emAraçatuba
Comparecimento—
Abstenção—
Brancos—
Nulos—
⟳ Atualiza sozinho, sem recarregar a página·Percentual sobre os votos dados a candidatos (brancos e nulos ficam de fora)·Resultado oficial e definitivo é o publicado pelo TSE
Como cada bairro votou
Soma dos boletins das urnas de cada bairro, seção por seção, feita pelo
Nossa Cidade a partir dos dados do TSE. O resultado oficial da cidade é o da tabela acima.
Cidade
Ver
BairroComo votouQuem liderou
De onde vem este número. Cada urna publica o seu boletim, e o bairro é a soma dos boletins das
seções que funcionam nele, segundo o cadastro de locais de votação do TSE. O eleitor vota onde está inscrito, quase sempre
perto de casa, mas nem sempre. Não é um resultado divulgado pelo TSE. Percentuais sobre os votos válidos do bairro.
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Cobertura
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Tudo o que publicamos sobre as eleições, em ordem cronológica: reportagem, vídeo, foto, nota e post — cada formato com sua marca no trilho.
Sob a forte influência do modelo de austeridade radical implementado pelo candidato de extrema direita, o presidente argentino Javier Milei, o plano econômico e institucional proposto pelo candidato Flávio acende o alerta para uma potencial explosão da pobreza e para o desmonte da rede de proteção social no Brasil, vejamos:
Os principais riscos e retrocessos apontados diante dessa agenda estrutural incluem:
• A "Redemocratização" pela Mutilação Constitucional: Em uma reviravolta digna de ficção, o plano de governo promete "redemocratizar a democracia" — uma jogada que, na prática, consiste em alterar a própria Constituição para amordaçar o STF e neutralizar os freios e contrapesos do país. A ironia é gritante: para supostamente "salvar" as instituições, propõe-se enfraquecê-las, abrindo caminho para o Executivo governar sem amarras ou contestações jurídicas, replicando o descabido modelo de Milei de tentar atropelar o Congresso e a Justiça por meio de decretaços.
• Ataque às Aposentadorias e Pensões: Planos da equipe econômica ventilam a elevação da idade mínima de aposentadoria para até 70 anos e a desvinculação dos benefícios previdenciários e do BPC do salário mínimo. Ao indexar os pagamentos exclusivamente à inflação, promove-se um congelamento real do poder de compra dos idosos, ameaçando a segurança financeira de milhões de famílias para priorizar o corte fiscal.
• Perda de Direitos Trabalhistas: A proposta de flexibilização da CLT, que visa permitir contratos baseados estritamente em horas trabalhadas, põe em xeque garantias consolidadas como o 13º salário e o FGTS. Esse modelo repete a desregulamentação de Milei na Argentina, que aprofundou a precarização e empurrou a informalidade para 45% da força de trabalho.
• Explosão do Custo de Vida: A política de cortes drásticos nas despesas públicas (o chamado "Tesouraço") e a revisão de subsídios tendem a encarecer itens básicos como energia e transporte. O espelho argentino serve de advertência: a política de "choque" de Milei corroeu salários e jogou a taxa de pobreza para além dos 50%.
• Prejuízo aos Serviços Públicos e Privatizações: A redução agressiva do aparato estatal e a extinção de ministérios ameaçam diretamente o financiamento da saúde (SUS) e da educação. Somado a isso, a pressa em privatizar estatais estratégicas arrisca transferir setores essenciais ao lucro privado, resultando em tarifas mais altas para o cidadão comum.
Em suma, a promessa de salvação nacional oferecida por Flávio Bolsonaro nada mais é do que um convite para o Brasil saltar de cabeça no abismo portenho. A fantástica "redemocratização" proposta pelo candidato desenha um futuro brilhante: um país livre do incômodo de direitos trabalhistas, onde o cidadão comum terá a liberdade poética de trabalhar até os 70 anos para receber uma aposentadoria congelada e pagar tarifas privatizadas com o dinheiro que não tem. Se a intenção era copiar o vizinho platino, o plano é cirúrgico. Resta saber se o povo brasileiro está ansioso para descobrir o quão saborosa é a receita que já colocou metade da Argentina na fila do sopão, tudo em nome, é claro, da mais pura e absoluta liberdade de passar necessidade.
Portal fará análise das pesquisas e do debate neste sábado, às 9h30; no domingo, a partir das 17h, acompanhará a totalização dos votos pelo TSE, com destaque para Araçatuba, Andradina, Araraquara, Birigui e Ilha Solteira
O Brasil chega à reta final da eleição presidencial de 2026 em meio à expectativa pelo resultado do segundo turno. Para acompanhar esse momento decisivo, o portal Nossa Cidade (nossacidade.online) preparou uma programação especial, com transmissões ao vivo pelo YouTube, análises políticas e cobertura jornalística da votação e da apuração dos votos.
O trabalho começa neste sábado (24), às 9h30, com uma transmissão dedicada à análise das últimas pesquisas eleitorais, do debate entre os presidenciáveis e dos acontecimentos que marcaram a campanha.
No domingo (25), a cobertura será ampliada. Durante todo o dia, o portal publicará reportagens sobre a movimentação dos eleitores e o andamento da votação. A partir das 17h, o Nossa Cidade acompanhará, ao vivo, a totalização dos votos divulgada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com destaque para os resultados de cinco municípios paulistas.
Assim como no primeiro turno, o Nossa Cidade participará de uma iniciativa que reúne 18 portais de notícias de quatro regiões brasileiras, com suporte tecnológico da I'Max/MPJ (Mais Pelo Jornalismo).
Cada veículo realizará sua própria cobertura, voltada à região em que atua, acompanhando os resultados oficiais do TSE e apresentando recortes da votação em municípios previamente definidos.
Sábado terá análise das pesquisas, do debate e da campanha
A primeira transmissão será realizada neste sábado, a partir das 9h30, pelo canal do Nossa Cidade no YouTube.
O programa contará com a participação do policial militar aposentado e economista Evandro Everson dos Santos, colunista do portal, que também atuou como assessor parlamentar na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo.
A conversa abordará os resultados das eleições de 4 de outubro na região, os desdobramentos políticos do primeiro turno e a movimentação de diferentes setores na disputa pelos votos nesta etapa final da eleição presidencial.
Também estarão em pauta as últimas pesquisas de intenção de voto, o debate entre os candidatos e os possíveis reflexos do resultado eleitoral no cenário político nacional e regional.
▶️ Transmissão de sábado, às 9h30:
Domingo terá cobertura da votação e apuração ao vivo
No domingo, o Nossa Cidade acompanhará o segundo turno desde o início da votação, com informações sobre o movimento nas seções eleitorais, eventuais ocorrências e a participação dos eleitores.
A cobertura dará atenção especial às cidades de Araçatuba, Andradina, Araraquara, Birigui e Ilha Solteira, sem deixar de acompanhar os principais acontecimentos da eleição presidencial em todo o Brasil.
A partir das 17h, horário de Brasília, quando termina a votação, começará a transmissão especial da apuração pelo YouTube.
O programa acompanhará a divulgação dos resultados oficiais pelo TSE, mostrando a evolução da contagem dos votos no país e os números registrados nos cinco municípios selecionados pelo portal.
O público poderá acompanhar tanto o resultado nacional quanto o desempenho dos candidatos nas cidades da área de cobertura do Nossa Cidade.
▶️ Transmissão de domingo, a partir das 17h:
Iniciativa reúne 18 portais com coberturas regionais independentes
A participação do Nossa Cidade na iniciativa coordenada pela I'Max/MPJ (Mais Pelo Jornalismo) faz parte de um projeto de fortalecimento da cobertura eleitoral realizada por veículos digitais regionais.
Não haverá uma transmissão única em rede. Cada um dos 18 portais terá sua própria programação e conduzirá a cobertura de acordo com as características e os interesses de seu público.
Todos utilizarão os dados oficiais da totalização do TSE como referência para apresentar os resultados da eleição presidencial, acrescentando informações específicas das cidades previamente escolhidas por cada veículo.
A proposta permite que os eleitores acompanhem a apuração nacional e, ao mesmo tempo, conheçam os resultados registrados em seus municípios.
No caso do Nossa Cidade, o acompanhamento municipal estará concentrado em Araçatuba, Andradina, Araraquara, Birigui e Ilha Solteira.
Informação regional com alcance nacional
A programação especial busca aproximar o público dos resultados da eleição presidencial, mostrando como a votação se desenvolve no país e nas principais cidades acompanhadas pelo portal.
Além das transmissões ao vivo, o Nossa Cidade manterá a publicação de reportagens no site e nas redes sociais durante o domingo.
Acompanhe a cobertura especial das Eleições 2026 pelo nossacidade.online e pelo canal do Nossa Cidade no YouTube.
O Brasil chega à reta final de mais uma eleição presidencial marcado por divergências políticas, disputas intensas e manifestações de apoio aos candidatos Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro. Em meio a esse ambiente, uma questão fundamental não pode ser esquecida: na democracia, o protagonista da eleição não é o candidato, o partido ou a liderança política. É o eleitor.
É ele quem decide. É dele a responsabilidade de escolher quem conduzirá os destinos do país. E é justamente por isso que sua liberdade precisa ser respeitada, independentemente da preferência manifestada nas urnas.
O voto não pode ser motivo de agressão, rompimento de relações pessoais, perseguição, constrangimento ou discriminação. Pensar diferente não transforma ninguém em inimigo. Ter uma posição política contrária à de um familiar, amigo, colega de trabalho ou vizinho não retira de ninguém o direito ao respeito.
A democracia existe exatamente porque as pessoas não pensam da mesma maneira.
É natural que uma eleição presidencial desperte paixões. Os candidatos representam projetos políticos distintos, com propostas, trajetórias e visões diferentes sobre o futuro do Brasil.
O debate é necessário. A crítica é legítima. A cobrança por explicações, compromissos e propostas faz parte do processo democrático.
O que não pode ser considerado normal é transformar a divergência em hostilidade.
Nenhum candidato deve ser colocado acima das relações humanas, da convivência social ou dos princípios democráticos. Nenhuma preferência partidária justifica ameaças, ofensas, humilhações ou qualquer forma de violência.
O sectarismo, que divide a sociedade entre grupos incapazes de dialogar, enfraquece justamente aquilo que os eleitores deveriam preservar: o direito de escolher livremente.
Defender um candidato é legítimo. Desrespeitar quem escolhe outro não é.
O voto é pessoal, livre e secreto. Não pertence ao empregador, ao dirigente partidário, ao líder religioso, ao familiar ou a qualquer outra pessoa que pretenda determinar a escolha de um cidadão.
Cada eleitor tem o direito de avaliar os candidatos segundo suas convicções, experiências, necessidades e expectativas.
Alguns priorizam a economia e o emprego. Outros consideram mais importantes a saúde, a educação, a segurança pública, os programas sociais ou a condução das instituições democráticas.
Há também quem escolha a partir da trajetória dos candidatos, de suas propostas ou da avaliação dos governos anteriores.
São critérios que pertencem à consciência individual.
Não cabe a ninguém impor sua própria interpretação como se fosse a única aceitável.
O respeito ao voto livre também exige rejeitar qualquer tentativa de constrangimento eleitoral, especialmente quando envolve ameaças relacionadas ao emprego, à renda ou às relações de dependência.
A liberdade de escolha não pode existir apenas no discurso. Precisa ser assegurada na prática.
Outro princípio precisa ser lembrado: o candidato eleito não se torna dono do país, do Estado ou do município.
Recebe, por prazo determinado, a responsabilidade de administrar em nome da população.
A vitória eleitoral confere legitimidade para governar, mas não elimina a obrigação de prestar contas, respeitar a Constituição, cumprir as leis e reconhecer os direitos de quem votou na oposição.
Da mesma forma, quem perde uma eleição não perde sua condição de cidadão nem seu direito de participar da vida pública, criticar o governo e defender outras propostas.
O resultado das urnas deve ser respeitado por vencedores e derrotados.
A alternância de poder, a fiscalização dos governantes e a possibilidade de discordar são elementos essenciais do regime democrático.
O eleito governa para todos, não apenas para aqueles que votaram nele.
Ao escolher o presidente da República, o cidadão participa de uma decisão que terá consequências para toda a sociedade.
Por isso, votar exige mais do que entusiasmo por um nome ou rejeição ao adversário.
É importante conhecer propostas, examinar trajetórias, acompanhar debates, verificar informações e refletir sobre os efeitos das decisões políticas.
O eleitor precisa ter consciência de que sua participação não termina quando confirma o voto na urna eletrônica.
Depois da eleição, começa outra responsabilidade: acompanhar o governo, cobrar o cumprimento de compromissos, fiscalizar o uso dos recursos públicos e exigir respeito às instituições.
A democracia não se resume ao dia da votação. Ela se constrói diariamente, com participação, informação e responsabilidade.
Lula e Flávio Bolsonaro representam candidaturas em disputa. Seus apoiadores têm o direito de defendê-los, assim como seus críticos têm o direito de questioná-los.
Mas o Brasil é maior do que qualquer candidatura.
No dia seguinte à eleição, familiares continuarão sendo familiares, amigos continuarão sendo amigos e colegas precisarão continuar convivendo.
Os problemas nacionais também permanecerão exigindo soluções: emprego, renda, saúde, educação, segurança, infraestrutura e qualidade dos serviços públicos.
Nenhum desses desafios será resolvido pela intolerância entre eleitores.
A capacidade de conviver com opiniões diferentes não é sinal de fraqueza ou falta de convicção. É demonstração de maturidade democrática.
O portal Nossa Cidade reafirma, neste momento decisivo, seu compromisso com a liberdade de expressão, o respeito às diferenças, o direito à informação e a soberania do voto popular.
Não cabe à imprensa substituir a consciência do eleitor, mas oferecer informações que contribuam para escolhas livres e responsáveis.
Independentemente de quem seja eleito, a decisão legítima das urnas precisa ser respeitada. E quem receber o mandato terá o dever de governar com responsabilidade, transparência e respeito à população.
É possível defender Lula sem agredir quem vota em Flávio Bolsonaro. É possível apoiar Flávio Bolsonaro sem hostilizar quem prefere Lula. E é igualmente legítimo questionar ambos.
A democracia não exige unanimidade. Exige respeito às regras, às instituições e, principalmente, às pessoas.
Na eleição, o eleitor está acima de tudo. É ele quem escolhe os governantes. É a ele que os eleitos devem satisfação.
Os candidatos passam. Os governos terminam. A democracia e o respeito ao cidadão precisam permanecer.
Atendimento especial será realizado nos dias 24 e 25 de outubro, das 8h às 17h, inclusive nas unidades de Araçatuba e Araraquara; objetivo é impedir pressões e ameaças contra trabalhadores por suas escolhas políticas
O Ministério Público do Trabalho (MPT) funcionará em regime especial de plantão neste sábado (24) e domingo (25), durante o segundo turno das eleições presidenciais de 2026, para receber e processar denúncias de assédio eleitoral no ambiente de trabalho. O atendimento ocorrerá das 8h às 17h em todas as unidades do órgão no interior paulista.
A medida busca proteger a liberdade de escolha dos trabalhadores e combater práticas de empregadores que tentem influenciar o voto de funcionários por meio de ameaças, constrangimentos ou outras formas de pressão.
A mobilização ocorre em um cenário de elevado número de denúncias. Até esta quinta-feira (22), o Estado de São Paulo havia registrado 284 denúncias de assédio eleitoral em 2026, das quais 123 foram recebidas na área de atuação da 15ª Região do MPT, que abrange o interior paulista e o litoral norte.
Araçatuba e Araraquara terão atendimento de plantão
A estrutura especial será organizada para permitir respostas rápidas às denúncias apresentadas durante o fim de semana eleitoral.
Na sede regional do MPT, em Campinas, poderão atuar até três procuradores e dois servidores por turno de votação.
Nas unidades de Araçatuba, Araraquara, Bauru, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, São José dos Campos e Sorocaba, o plantão contará com um procurador e um servidor.
O objetivo é garantir que eventuais denúncias sejam analisadas rapidamente, permitindo a adoção de providências para interromper práticas de assédio eleitoral.
Quando necessário, o MPT poderá atuar em conjunto com o Ministério Público Eleitoral e a Justiça do Trabalho, buscando medidas judiciais urgentes, fiscalizações e outras providências legais.
Pressionar empregado por voto pode configurar assédio eleitoral
O assédio eleitoral no ambiente de trabalho ocorre quando o empregador ou outra pessoa utiliza uma relação de poder profissional para constranger ou pressionar trabalhadores em razão de suas preferências políticas.
Entre as situações que podem caracterizar a prática estão ameaças de demissão, promessas de benefícios condicionadas ao voto, imposição de participação em manifestações políticas e constrangimentos para apoiar determinado candidato.
Também podem ser investigadas pressões exercidas por superiores hierárquicos, especialmente quando existe receio de prejuízos profissionais.
A liberdade de convicção política é um direito do trabalhador e não pode ser restringida pelo empregador.
O MPT destaca que o objetivo da mobilização é assegurar condições para que cada cidadão exerça seu direito de voto sem sofrer ameaças ou interferências no ambiente profissional.
Denúncias podem ser feitas pela internet
Os trabalhadores que sofrerem ou presenciarem situações de assédio eleitoral poderão registrar denúncias pelos canais eletrônicos do Ministério Público do Trabalho.
O atendimento estará disponível durante o fim de semana de votação, inclusive para situações que exijam intervenção urgente.
As denúncias podem ser encaminhadas pelo site oficial do MPT na 15ª Região:
O órgão também manterá atendimento nas unidades regionais durante o período de plantão.
São Paulo soma 284 denúncias de assédio eleitoral neste ano
Os dados divulgados pelo MPT mostram que o assédio eleitoral continua sendo uma preocupação nas eleições de 2026.
Até 22 de outubro, foram registradas 284 denúncias no Estado de São Paulo. Desse total, 123 ocorreram na área de abrangência da 15ª Região.
Campinas lidera os registros no interior paulista, com 38 denúncias, seguida por Ribeirão Preto e São José dos Campos, com 19 cada, e São José do Rio Preto, com 18.
A região de Bauru contabiliza 13 denúncias, enquanto Sorocaba registra nove e Presidente Prudente, quatro.
Na região de Araraquara, são três denúncias. Já a região de Araçatuba não apresenta registros no levantamento divulgado até esta quinta-feira.
A ausência de denúncias registradas não significa necessariamente que não tenham ocorrido situações de assédio eleitoral, mas apenas que não constam casos nas estatísticas informadas pelo órgão até a data de referência.
Números de 2026 já superam os de 2024
O levantamento do MPT também permite comparar os registros das últimas eleições.
Em 2022, ano de eleição presidencial, o Estado de São Paulo contabilizou 375 denúncias de assédio eleitoral. Dessas, 258 foram registradas no interior e litoral norte.
Nas eleições municipais de 2024, foram 110 denúncias no Estado, sendo 68 na 15ª Região.
Agora, em 2026, os números já chegaram a 284 no Estado e 123 na área da 15ª Região, antes mesmo da realização do segundo turno.
Os dados mostram que o total estadual deste ano já supera o registrado durante as eleições municipais de 2024, embora os dois pleitos tenham características diferentes.
Confira os números de denúncias por região
Os dados foram divulgados pelo Ministério Público do Trabalho e se referem às denúncias de assédio eleitoral recebidas nos respectivos períodos eleitorais.
Região
2022
2024
2026*
Estado de São Paulo
375
110
284
Interior e litoral norte – 15ª Região
258
68
123
Araçatuba
Não informado
2
0
Araraquara
7
3
3
Bauru
12
4
13
Campinas
89
33
38
Presidente Prudente
22
1
4
Ribeirão Preto
42
11
19
São José do Rio Preto
47
5
18
São José dos Campos
17
7
19
Sorocaba
22
2
9
Dados de 2026 atualizados até 22 de outubro. O levantamento fornecido pelo MPT não discrimina a região de Araçatuba nos números de 2022.
Endereços das unidades do MPT na 15ª Região
Araçatuba: Avenida Waldir Felizola de Moraes, 888, 7º andar, Bairro Sumaré.
Araraquara: Rua Padre Duarte, 151, 18º andar, Edifício América, Jardim Nova América.
Bauru: Avenida Odilon Braga, 2-26, Jardim Europa.
Campinas: Rua Pedro Anderson, 91, Taquaral.
Presidente Prudente: Avenida Coronel Soares Marcondes, 3372, Jardim Bongiovani.
Alterações ocorrem na capital e em Presidente Prudente, após danos provocados pelas fortes chuvas no primeiro turno; Justiça Eleitoral orienta eleitores a consultarem antecipadamente onde votar
O estado de São Paulo terá apenas duas alterações de locais de votação para o segundo turno das Eleições 2026, marcado para domingo (25). As mudanças ocorreram na capital paulista e em Presidente Prudente, em razão de danos provocados pelas fortes chuvas e ventos registrados durante o primeiro turno, realizado em 4 de outubro.
Segundo o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), as alterações são excepcionais e foram necessárias para garantir a segurança dos eleitores e o funcionamento das seções eleitorais.
Ao todo, 7.916 eleitores de 24 seções eleitorais serão afetados pelas duas mudanças.
Capital: 4.649 eleitores terão novo endereço
Na capital paulista, a alteração envolve a 256ª Zona Eleitoral, no Tucuruvi.
Os eleitores que votavam na Escola Estadual Conselheiro Ruy Barbosa, localizada na Rua Professor Antônio Castelar de Franceschi, 200, no Horto Florestal, deverão comparecer ao Recanto Nossa Senhora de Lourdes, na Avenida Luís Carlos Gentile, 1736, Vila Rosa.
A mudança atinge 4.649 eleitores distribuídos em 12 seções eleitorais: 185, 186, 187, 188, 189, 190, 239, 257, 306, 339, 420 e 432.
Durante o primeiro turno, a escola sofreu alagamento e problemas estruturais no telhado em decorrência das chuvas e dos ventos fortes.
Presidente Prudente: votação será transferida para a Unesp
Em Presidente Prudente, a mudança envolve a 402ª Zona Eleitoral.
Os 3.267 eleitores que votavam na Escola Estadual Florivaldo Leal, na Rua Piracicaba, 90, deverão se dirigir à Universidade Estadual Paulista (Unesp), localizada na Rua Roberto Simonsen, 303, Jardim das Rosas.
O acesso será pelos portões de alunos 4 e 5.
A transferência envolve 12 seções eleitorais: 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20, 21, 171 e 201.
A mudança já havia sido realizada no próprio dia do primeiro turno, após um vendaval provocar o destelhamento da escola.
Justiça Eleitoral esclarece que mudanças são excepcionais
O TRE-SP explica que alterações de locais de votação entre os turnos ocorrem somente diante de situações extraordinárias, como eventos climáticos extremos e problemas na infraestrutura dos prédios.
O Tribunal ressalta que novas mudanças pontuais ainda poderão ocorrer até o segundo turno, caso surjam situações imprevistas.
Também esclarece que a decisão sobre eventuais transferências cabe ao juízo eleitoral de cada zona, conforme as necessidades locais, e não ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Antes do primeiro turno, outras alterações já haviam sido realizadas em relação às eleições de 2024. Nesses casos, os eleitores deverão continuar votando nos mesmos endereços utilizados em 4 de outubro.
São Paulo tem mais de 34 milhões de eleitores
O estado de São Paulo possui mais de 11 mil locais de votação, entre escolas, universidades e outros estabelecimentos.
São 103.904 seções eleitorais, destinadas a aproximadamente 34,1 milhões de eleitoras e eleitores.
Apesar do número reduzido de alterações para o segundo turno, a Justiça Eleitoral recomenda que todos consultem antecipadamente seu local de votação.
Saiba como consultar onde votar
A consulta pode ser feita gratuitamente pelos canais oficiais da Justiça Eleitoral:
Aplicativo e-Título: abra o aplicativo e escolha a opção “Onde votar”, disponível na tela inicial.
Atendente Virtual do TRE-SP: disponível no site do Tribunal e pelo WhatsApp (11) 3130-2200.
Central de Atendimento ao Eleitor: telefone 148.
O TRE-SP também orienta os eleitores a verificarem a veracidade das informações sobre as eleições nos canais oficiais, evitando o compartilhamento de notícias falsas ou informações desatualizadas.
Em Araçatuba e nos demais municípios da região, não há alterações de locais de votação entre os turnos informadas no comunicado divulgado pelo TRE-SP.
Macedônia, Martinópolis e Narandiba voltarão às urnas em 25 de outubro após cassações dos eleitos em 2024; mais de 26 mil eleitores estão aptos a escolher novos prefeitos e vice-prefeitos
Eleitores de três municípios do interior paulista terão uma responsabilidade adicional no próximo dia 25 de outubro, quando será realizado o segundo turno das Eleições 2026. Além de escolher o presidente da República, moradores de Macedônia, Martinópolis e Narandiba votarão novamente para prefeito e vice-prefeito.
As eleições suplementares foram convocadas pela Justiça Eleitoral após a cassação dos mandatos dos prefeitos e vice-prefeitos eleitos em 2024 nos três municípios, em processos relacionados a irregularidades eleitorais.
Ao todo, 26.662 eleitores estão aptos a participar das eleições suplementares. A votação ocorrerá das 8h às 17h, no mesmo horário do segundo turno presidencial.
Nessas cidades, o eleitor deverá fazer duas escolhas na urna eletrônica: primeiro para presidente da República e, em seguida, para prefeito municipal.
Os candidatos eleitos assumirão as administrações municipais para cumprir o restante do mandato, até 31 de dezembro de 2028.
Macedônia fica na região de Fernandópolis
Entre os municípios que terão nova eleição está Macedônia, na região de Fernandópolis, no noroeste paulista.
O município possui 4.118 eleitores aptos a votar, distribuídos em 11 seções eleitorais, instaladas em um único local de votação.
A organização do pleito é de responsabilidade da 302ª Zona Eleitoral, sediada em Fernandópolis.
A eleição suplementar foi determinada após a cassação dos mandatos do prefeito Reginaldo Eloy Marcomini dos Reis (PSD) e da vice-prefeita Vanja Cristina Andrade Sabino dos Reis (PL), eleitos em 2024.
O caso envolve uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) apresentada pela coligação Compromisso com o Futuro, formada por PP, MDB e União Brasil.
A ação questionou a concessão de gratificações a servidores municipais em valores que, segundo a acusação, ultrapassavam a recomposição salarial.
O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) manteve a cassação dos mandatos por abuso de poder político e econômico e a sanção de inelegibilidade aplicada à vice-prefeita.
Os recursos apresentados pelos envolvidos não foram admitidos pelo TRE-SP, e um agravo em recurso especial está em análise no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Dois candidatos disputam a Prefeitura de Macedônia
A eleição suplementar terá duas chapas:
Adilson Luiz Helena (União Brasil), da Federação União Progressistas, com Carlos André Rocha da Trindade (Progressistas) como candidato a vice-prefeito.
Edvaldo Fechio (PSD), da coligação Macedônia no Caminho Certo, com Pedro Antônio Aguiar Gasques (PSD) como candidato a vice-prefeito.
Martinópolis terá três candidatos a prefeito
Em Martinópolis, na região de Presidente Prudente, 18.082 eleitores poderão participar da eleição suplementar.
A votação ocorrerá em 13 locais, com 61 seções eleitorais, sob responsabilidade da 71ª Zona Eleitoral, sediada no próprio município.
A nova eleição foi convocada após a cassação dos mandatos do prefeito Valdeci Soares dos Santos Filho (Republicanos) e do vice-prefeito Marcos Rogério Matarazo (Podemos).
Os dois haviam sido eleitos em 2024.
A ação apresentada pelo União Brasil apontou supostas irregularidades relacionadas à reestruturação de cargos na administração municipal e à disponibilização de transporte gratuito para eleitores na semana anterior ao pleito.
Em decisão unânime, o TRE-SP reformou a sentença da primeira instância e cassou os mandatos por abuso de poder político e econômico.
O Tribunal também aplicou a sanção de inelegibilidade ao prefeito, mas afastou essa penalidade em relação ao vice.
Os recursos apresentados não foram admitidos pelo TRE-SP, e o processo está em análise no TSE.
Confira os candidatos em Martinópolis
Três chapas disputam a eleição suplementar:
Gabriel Valões Santos (MDB), da coligação Trabalho e Seriedade por Martinópolis, com Thais Medeiros Souza (Podemos) como candidata a vice-prefeita.
Humberto Emmanuel Schmidt Oliveira (União Brasil), da coligação União para Fazer a Diferença, com Fernanda Xavier Passos Crepaldi (União Brasil) como candidata a vice-prefeita.
Marcos Xavier de Almeida Passos Junior (PSDB), da coligação Juventude que Idealiza, Experiência que Faz!, com Maurina de Souza Cordeiro (PSD) como candidata a vice-prefeita.
Narandiba terá nova eleição após cassação por compra de votos
O terceiro município paulista com eleição suplementar é Narandiba, também na região de Presidente Prudente.
A cidade possui 4.462 eleitores aptos a votar, distribuídos em 13 seções eleitorais, instaladas em três locais de votação.
O processo eleitoral está sob responsabilidade da 261ª Zona Eleitoral, de Pirapozinho.
A nova disputa ocorre após a cassação dos mandatos do prefeito Danillo Carvalho dos Santos (Republicanos) e da vice-prefeita Joana Rita Ribas Branco (MDB), eleitos em 2024.
A ação foi apresentada pela coligação Narandiba para Todos, formada por PDT, PRD e PSB, e por Luiz Carlos Porto Martins (PSB).
Segundo a acusação, houve captação ilícita de votos mediante pagamentos via Pix e doações de materiais de construção.
O TRE-SP manteve, por unanimidade, a decisão da primeira instância que cassou os mandatos e aplicou multa aos envolvidos.
O recurso especial não foi admitido pelo Tribunal paulista, e o agravo apresentado aguarda julgamento no TSE.
Duas chapas disputam a Prefeitura de Narandiba
Os candidatos são:
Cláudio José Damacena (União Brasil), da coligação Para Narandiba Voltar a Sorrir, com Elder Magro (PSD) como candidato a vice-prefeito.
Pedro de Barros (PRD), da coligação Construindo um Novo Tempo, com Luiz Carlos Porto Martins (PSB) como candidato a vice-prefeito.
Mais de 26 mil eleitores voltarão às urnas
Confira a distribuição do eleitorado nos três municípios:
Município
Eleitores aptos
Locais de votação
Seções
Macedônia
4.118
1
11
Martinópolis
18.082
13
61
Narandiba
4.462
3
13
Total
26.662
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Os calendários das eleições suplementares foram aprovados pelo TRE-SP por meio das resoluções nº 691/2026, 692/2026 e 693/2026.
Como será a votação no dia 25 de outubro?
Nos três municípios, a votação será realizada das 8h às 17h.
O eleitor deverá votar na seguinte ordem:
Presidente da República.
Prefeito municipal.
Para votar, será necessário apresentar documento oficial com fotografia ou o aplicativo e-Título, desde que exiba a foto do eleitor.
São aceitos documentos como RG, CNH, passaporte, carteira de trabalho e outros documentos oficiais com foto, inclusive nas versões digitais admitidas pela Justiça Eleitoral.
O uso de celulares, câmeras, filmadoras e outros equipamentos capazes de registrar imagens é proibido na cabine de votação. Os aparelhos deverão ser deixados no local indicado pelos mesários.
O voto é obrigatório para eleitores alfabetizados de 18 a 69 anos e facultativo para jovens de 16 e 17 anos, pessoas com 70 anos ou mais e analfabetos.
Quem não votou no primeiro turno pode votar no segundo?
Sim. O eleitor que deixou de votar no primeiro turno, em 4 de outubro, poderá comparecer normalmente às urnas no dia 25, desde que esteja com a situação eleitoral regular.
A ausência em um turno não impede automaticamente a participação no outro, pois cada votação é considerada uma eleição independente para fins de justificativa.
Quem estiver fora do domicílio eleitoral poderá justificar a ausência pelo aplicativo e-Título durante o horário de votação.
Também será possível apresentar a justificativa posteriormente, dentro do prazo estabelecido pela Justiça Eleitoral.
Novos prefeitos terão mandato até 2028
As eleições suplementares permitirão que Macedônia, Martinópolis e Narandiba escolham novos representantes para concluir o mandato municipal iniciado em 2025.
Os prefeitos e vice-prefeitos eleitos exercerão suas funções até 31 de dezembro de 2028, quando termina o atual ciclo das administrações municipais.
As eleições foram convocadas em decorrência de decisões judiciais eleitorais, enquanto os recursos mencionados nos respectivos processos seguem em tramitação no Tribunal Superior Eleitoral.
A história não se repete como uma cópia, mas reproduz sinais reconhecíveis: a fabricação de inimigos, promessas de soluções fáceis, desprezo pelas instituições e a apresentação de direitos e limites democráticos como obstáculos. Quando esses sinais reaparecem, a pergunta não deve ser apenas por que o eleitor os aceita, mas por que políticos, partidos e cidadãos preferem tratá-los como inofensivos.
A ascensão do nazismo permanece como advertência extrema sobre o que ocorre quando o autoritarismo se normaliza, a desumanização vira discurso político e a violência é apresentada como resposta legítima. Isso não significa classificar toda força de extrema direita como nazista: comparações históricas exigem rigor. Significa reconhecer que movimentos autoritários podem crescer dentro de democracias e usar eleições, parlamentos e liberdades para enfraquecê-las por dentro.
O extremismo raramente se apresenta com seu nome mais assustador. Costuma aparecer como ordem, segurança, patriotismo ou rebeldia contra uma elite desacreditada. Em cenários de insegurança econômica, desigualdade e frustração com governos e partidos, líderes radicais oferecem culpados identificáveis e respostas simples para problemas complexos.
Nesse quadro, Donald Trump, principal articulador da extrema direita nos Estados Unidos e Nayib Bukele, Presidente de El Salvador, com seus estilos nacionalismo, populismo, confronto com instituições e ataques a adversários influenciaram significativamente políticos como Jair Bolsonaro e outros líderes da direita radical no continente. A influência, porém, não deve ser confundida com origem: os movimentos latino-americanos também decorrem de crises, disputas e histórias próprias.
Diferentemente de Bukele, Trump enfrenta hoje forte rejeição em seu país. Uma pesquisa Reuters/Ipsos divulgada em 5 de outubro de 2026 registrou 65% de desaprovação e 32% de aprovação. O dado revela desgaste, mas não permite decretar o fracasso da extrema direita nos Estados Unidos: a impopularidade de um presidente não equivale ao desaparecimento de um movimento político.
Também é tentador concluir que os professores de História falharam. Ensinar datas, regimes e atrocidades, contudo, não garante que os alunos reconheçam os mecanismos que podem preceder catástrofes: preconceito, bode expiatório, ataques à imprensa, desprezo por minorias e erosão dos controles democráticos. A UNESCO recomenda que o ensino do Holocausto ajude a entender como a violência em massa se torna possível, estimulando pensamento crítico, responsabilidade cívica e respeito aos direitos humanos.
A questão, portanto, não é apenas quanto se ensina, mas se a História é apresentada como realidade humana e política e não como sequência distante de capítulos encerrados. Tampouco convém culpar os jovens por despolitização. A participação política mudou de forma e podem ocorrer por redes, campanhas, protestos e conversas fora dos canais partidários tradicionais.
O problema não é que a humanidade tenha esquecido o passado, mas que ele costuma perder para as urgências do presente e para quem explora medo, raiva e descrença. A democracia não se protege com a lembrança ritual de que “isso nunca mais”. Protege-se quando escolas ensinam a interpretar a História, partidos defendem limites institucionais mesmo quando isso lhes é inconveniente e cidadãos recusam trocar direitos por promessas de ordem.
A memória não é vacina automática. Mas, sem ela, até os sinais mais conhecidos podem voltar a ser vendidos como novidade.
Evandro Everson dos Santos é policial militar aposentado e economista. Escreve periodicamente para o Ponto de Vista do portal Nossa Cidade
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